Quando não é
amor e o amor é ausência
Quando é o
instinto primária violência...
Usa a seiva
da inteligência
Contra o
poder da força bruta
Desprovida
de luz, negra fervência…
Vazio olhar no
prolongamento do mar
Que arremessa
nas rochas a energia acumulada
Sangrentos
agravos nos veios da alma.
Utiliza a
luz da sabedoria
que te
protege das palavras-raios,
Setas
envenenadas que atingem o remorso
prenúncio
mortal da felicidade…
No centro vivificante
de magia
Genuína
necessidade existencial
Onde o amor
se esconde e se renova.
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