sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Conversas privadas com... Violência Doméstica




O centro do mundo está em cada um, no centro das emoções, no centro dos desejos, no centro da esperança de uma vida melhor, de ser melhor que o alheio, de ter mais e mais, tornando-se num infernal, obsessivo e único objectivo de vida. Tudo à volta gira em velocidade, sem a mínima percepção do invisível e do inaudível, porque não se vê, não se ouve, mas existe. E o que se vê existe porque lhe dão vida, existe pela simples necessidade de existir para alimentar, preencher o vazio crónico que está cheio de coisas vazias, que, por serem vazias, constantemente são substituídas por outras também vazias, e assim sucessivamente. Ocupam o espaço da razão, do entendimento, ocupam o espaço do afecto, da compreensão e do discernimento. Tudo isto impede o crescimento, a maturidade de homens e mulheres que hão-de gerar outros homens e outras mulheres... (Clicar aqui para continuar a ler)



Sem comentários:

Enviar um comentário