Corremos, saltamos
Os instantes
Desconhecidos
No chão que
pisamos
...
Com orgulho,
Convencidos
De que somos
os melhores
…
E atiramos
aos outros
As pedras
que encontramos.
Abatemos
ventos e monopólios
Golpes persuadidos,
No acúmulo
dos espólios
Já mortos e vencidos.
Desviamos ribeiros
Com as
pedras que atiramos
E o mar sem
veleiros
É deserto
das aves
Que
enxotamos.
Choram rios presidiários
Trepadeiras
em sedição
O mundo vive
ao contrário
E eu aqui…
em perdição.
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