Como um rio que tropeça nas pedras
Para continuar tem de fazer
um desvio
Nas Correntes de Harmonia doutras
eras.
Da nascente fluiu
livremente até ao rio
E no afluente mudou o
curso a seu contento.
À procura de outras terras
e searas,
Leva consigo as sementes
verdadeiras
Para o brilho das lúcidas memórias
do tempo
E adensar de amor nobres
nutrientes a seiva.
Frágil a liberdade um dia
será deste mundo inteira
Mulher de humana força e
divina a alma.
Sem comentários:
Enviar um comentário